Há 11 anos
segunda-feira, 11 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
Tapinha 2
Quem já passou pela disciplina de Sociologia na faculdade, principalmente nas aulas da profª Lili, sabe que a violência presenciada nas metrópoles não é fato isolado de o cidadão meliante ser unicamente um vagabundo, mas tbm à falta de perspectivas com relação ao futuro e acesso deficitário às condições sociais básicas como saúde, emprego, educação e lazer. Tendo consciência de que existe a questão social, vou deixá-la de lado neste post para me ater exclusivamente à falta de rigidez educacional por parte dos pais, apenas para complementar o que foi dito anteriormente.
Estava ajudando mãe na limpeza do quintal em frente de casa um dia desses quando passaram dois piás e uma guria na faixa dos 14 ou 15 anos, visivelmente chapados e discutindo entre eles. A princípio não entendi qual era o motivo da discussão, mas o que importa? Bêbados e drogados são fodas pq não falam coisa com coisa. Virei para o outro lado pra evitar contato visual e que viessem me aborrecer. A vizinha da casa de baixo tbm estava limpando a frente da casa dela e veio comentar conosco sobre aqueles três. Eles estavam com medo de apanhar dos traficantes do bairro pq distribuíram maconha (couve, alface, tempero verde, orégano, chame do que quiser) na noite anterior e haviam esquecido de anotar no caderninho a quantidade e pra quem entregaram o “bagulho”. Ela comentou tbm que sempre leva o cachorro pra passear numa praça próxima dali, coisa de uns 100m de casa e costuma encontrar marcas de sangue com uma frequência maior do que gostaria. Dizem as más línguas que quem apronta dessas leva umas facadas às vezes.
Ainda não tive a oportunidade de ler, mas baseado exclusivamente no título de um livro de Içami Tiba, “Quem Ama, Educa”! E quem educa precisa fazê-lo de maneira enérgica às vezes, o que envolve uns eventuais tabefes. Não para machucar, mas sim para chamar à realidade e tomar juízo. Estou me referindo aos tabefes dos pais e/ou responsáveis legais pela educação do jovem, ok?
Um pai não pode levantar a mão para o filho com a intenção de educá-lo (uma vez que as palavras não surtiram efeito), mas traficante pode vir esfaquear numa boa e ninguém faz nada. O Estado prende o educador ao mesmo tempo em que faz de conta que não vê a ação do criminoso. Lamentável.
Estava ajudando mãe na limpeza do quintal em frente de casa um dia desses quando passaram dois piás e uma guria na faixa dos 14 ou 15 anos, visivelmente chapados e discutindo entre eles. A princípio não entendi qual era o motivo da discussão, mas o que importa? Bêbados e drogados são fodas pq não falam coisa com coisa. Virei para o outro lado pra evitar contato visual e que viessem me aborrecer. A vizinha da casa de baixo tbm estava limpando a frente da casa dela e veio comentar conosco sobre aqueles três. Eles estavam com medo de apanhar dos traficantes do bairro pq distribuíram maconha (couve, alface, tempero verde, orégano, chame do que quiser) na noite anterior e haviam esquecido de anotar no caderninho a quantidade e pra quem entregaram o “bagulho”. Ela comentou tbm que sempre leva o cachorro pra passear numa praça próxima dali, coisa de uns 100m de casa e costuma encontrar marcas de sangue com uma frequência maior do que gostaria. Dizem as más línguas que quem apronta dessas leva umas facadas às vezes.
Ainda não tive a oportunidade de ler, mas baseado exclusivamente no título de um livro de Içami Tiba, “Quem Ama, Educa”! E quem educa precisa fazê-lo de maneira enérgica às vezes, o que envolve uns eventuais tabefes. Não para machucar, mas sim para chamar à realidade e tomar juízo. Estou me referindo aos tabefes dos pais e/ou responsáveis legais pela educação do jovem, ok?
Um pai não pode levantar a mão para o filho com a intenção de educá-lo (uma vez que as palavras não surtiram efeito), mas traficante pode vir esfaquear numa boa e ninguém faz nada. O Estado prende o educador ao mesmo tempo em que faz de conta que não vê a ação do criminoso. Lamentável.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Chefes
Desde qdo comecei a trabalhar, aos 17 anos, passei pelos lugares mais bizarros possíveis em termos de respeito para com o funcionário. Não chegava a ser um atentado à dignidade humana, mas eram coisinhas, picuinhas, frescuras e afins que tiravam qualquer um do sério. Meu primeiro emprego em Curitiba foi na filial de uma empresa especializada em automação de escritórios cuja sede fica em Cuiabá. A tal empresa abriu essa filial pelo único motivo de ter ganho a licitação para prestar serviços para o Governo do Paraná nesse setor por 5 anos.
Como todos devem saber, existe uma velha rixa entre RJ e SP e só Deus sabe o motivo. Enfim, sou paulistano e o gerente, nos 6 meses em que trabalhei lá, era um lazarento de um carioca. Como os caras só tomaram vergonha na cara pra instalar o relógio de ponto pouco depois de minha saída, o controle era feito pelo relógio do xarope. Éramos em 5 técnicos e num determinado dia os outros 4 chegaram entre 7h50 e 7h55. Eu cheguei às 7h57. Como o expediente começava às 8h e, por lei, o trabalhador ainda tem 5min de tolerância, eu estaria dentro do horário legal até 8h05, ou seja, cheguei 8min antes do prazo final. O safado teve a cara-de-pau de me chamar no canto pra me encher o saco pq eu havia sido o último a chegar. FDP, né? Tudo bem, eu não deixei por menos.
Cada um dos técnicos saía com um dos carros da empresa e, qdo o carioca me enchia o saco com coisas “nada-a-ver”, como essa do horário, eu literalmente ignorava as lombadas que apareciam pelo caminho. Em Piraquara, cidadezinha da região metropolitana de Ctba, há muitas estradas de terra quase sem movimento e com várias lombadas meio altas. Não foram poucas as vezes em que meti a cabeça no teto por ter rampado nelas com o carro ou o enfiei nas poças de lama para deixá-lo imundo (uma das encheções era deixar o carro brilhando por causa da marca das copiadoras – em 2005, a patrocinadora de um dos clubes paranaenses de futebol). Em outras ocasiões eram necessárias viagens curtas. Eu pegava estrada em 4ª marcha.
Essa empresa tbm exigia o uso de trajes sociais em cores pré-determinadas, que nos foram “fornecidos”. No entanto, foi descontado em folha o equivalente a metade do valor das vestes. Por lei, se a empresa exige uso de uniforme deve fornecer ao funcionário sem nenhum custo para o mesmo. Entrei com um processo logo que me mandaram embora e ganhei o equivalente ao triplo do que haviam me descontado. E não fui o único a faze-lo.
Como todos devem saber, existe uma velha rixa entre RJ e SP e só Deus sabe o motivo. Enfim, sou paulistano e o gerente, nos 6 meses em que trabalhei lá, era um lazarento de um carioca. Como os caras só tomaram vergonha na cara pra instalar o relógio de ponto pouco depois de minha saída, o controle era feito pelo relógio do xarope. Éramos em 5 técnicos e num determinado dia os outros 4 chegaram entre 7h50 e 7h55. Eu cheguei às 7h57. Como o expediente começava às 8h e, por lei, o trabalhador ainda tem 5min de tolerância, eu estaria dentro do horário legal até 8h05, ou seja, cheguei 8min antes do prazo final. O safado teve a cara-de-pau de me chamar no canto pra me encher o saco pq eu havia sido o último a chegar. FDP, né? Tudo bem, eu não deixei por menos.
Cada um dos técnicos saía com um dos carros da empresa e, qdo o carioca me enchia o saco com coisas “nada-a-ver”, como essa do horário, eu literalmente ignorava as lombadas que apareciam pelo caminho. Em Piraquara, cidadezinha da região metropolitana de Ctba, há muitas estradas de terra quase sem movimento e com várias lombadas meio altas. Não foram poucas as vezes em que meti a cabeça no teto por ter rampado nelas com o carro ou o enfiei nas poças de lama para deixá-lo imundo (uma das encheções era deixar o carro brilhando por causa da marca das copiadoras – em 2005, a patrocinadora de um dos clubes paranaenses de futebol). Em outras ocasiões eram necessárias viagens curtas. Eu pegava estrada em 4ª marcha.
Essa empresa tbm exigia o uso de trajes sociais em cores pré-determinadas, que nos foram “fornecidos”. No entanto, foi descontado em folha o equivalente a metade do valor das vestes. Por lei, se a empresa exige uso de uniforme deve fornecer ao funcionário sem nenhum custo para o mesmo. Entrei com um processo logo que me mandaram embora e ganhei o equivalente ao triplo do que haviam me descontado. E não fui o único a faze-lo.
sábado, 2 de julho de 2011
Hibakusha
Não lembro exatamente quando começou, mas já faz muito tempo que me interesso pela Segunda Guerra Mundial, aspectos políticos, histórias pessoais, feitos heróicos de bravura e coragem e aparatos militares. As guerras de hoje não tem mais o brilho de antigamente. Cheguei ao ponto de pensar: “Putz, como eu gostaria de ter lutado lá”. Não no exército americano, melhor equipado, mas sim ao lado dos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e junto de figuras notáveis como o Sargento Max Wolff Filho.
Era isso o que eu pensava até conhecer pessoalmente o senhor Takashi Morita, 87 anos, um sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima (em japonês, hibakusha). O senhor Morita contou em primeira mão a experiência de estar próximo ao hipocentro (local da detonação da bomba) de uma explosão desta magnitude. “Foi o inferno”, diz, “algo como um esbarrão do sol”. Ele estava a 1300m do hipocentro e foi arremessado a mais de 10m de distância. Muito ferido e ainda atordoado, o primeiro pensamento que lhe ocorreu foi ajudar aos outros. Sessenta e seis anos depois, o Sr. Morita viaja o mundo alertando as pessoas sobre os perigos da energia atômica, é militante ferrenho da paz e diz não guardar rancor dos americanos. “O sentimento de vingança só gera mais violência”, conclui.
Era isso o que eu pensava até conhecer pessoalmente o senhor Takashi Morita, 87 anos, um sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima (em japonês, hibakusha). O senhor Morita contou em primeira mão a experiência de estar próximo ao hipocentro (local da detonação da bomba) de uma explosão desta magnitude. “Foi o inferno”, diz, “algo como um esbarrão do sol”. Ele estava a 1300m do hipocentro e foi arremessado a mais de 10m de distância. Muito ferido e ainda atordoado, o primeiro pensamento que lhe ocorreu foi ajudar aos outros. Sessenta e seis anos depois, o Sr. Morita viaja o mundo alertando as pessoas sobre os perigos da energia atômica, é militante ferrenho da paz e diz não guardar rancor dos americanos. “O sentimento de vingança só gera mais violência”, conclui.
Estando em Curitiba, visite o Museu do Expedicionário, situado à Praça do Expedicionário, esquina com a Rua Ubaldino do Amaral no bairro Alto da Glória.
[Foto de Jéssica Marques @jessicamlr ]
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Praceiro
Taxista, motorista de aluguel, praceiro, chamem do que quiserem. Os caras, além de se acharem os donos da rua por pararem de qualquer jeito, em qualquer lugar e a qualquer hora e só contribuírem para o caos no trânsito ainda tem a cara lavada de enrolar a clientela. Ok, não vamos generalizar pra não ofender quem não precisa/merece. Digamos que “só” uns 99% sejam assim.
Enquanto morei em Curitiba tive por alguns meses um “rolo” que morava no Mato Grosso do Sul. Devido a alguns fatores externos, digamos assim, ela não podia ficar hospedada em casa e, por isso, ficávamos num hotel na região central quando ela ia me visitar. Fui buscá-la na rodoviária numa dessas visitas e pegamos um táxi para nos levar ao hotel, que era bem próximo dali: na rua XV mesmo, em frente ao Teatro Guaíra. Não lembro o nome do hotel e, mesmo que lembrasse, não o citaria aqui. Hoje ele não existe mais e, como faz um tempão que não passo lá em frente, não tenho a menor idéia do que tenha virado. De repente virou um edifício abandonado onde os sem-teto adoram invadir e a prefeitura ou o dono adoram entrar com ações de reintegração de posse só pra colocar aquele monte de gente na rua. Enfim, o hotel é bem perto da rodoferroviária (nome bonito, não? :P ) e daria para ir a pé numa boa, exceto pelo detalhe da bagagem da moça (ia para passar 4 dias, mas parecia que ficaria um mês).
Pegamos um táxi, expliquei detalhadamente o percurso ao motorista e passei a dar atenção à dita cuja. O trajeto era simples: bastava sair da rodoviária pela Av. Pres. Afonso Camargo, fazer o retorno no Viaduto Capanema, voltar pela Afonso Camargo, entrar à direita na Mariano Torres e depois à esquerda na Rua XV, simples assim. Ele passou reto pela Mariano Torres na maior cara-de-pau e entrou na Conselheiro Laurindo. Por aquela rua também chegaria à Rua XV, mas na quadra seguinte ao hotel. Como a Rua XV é de mão única seria necessário dar a volta na Praça Santos Andrade para poder parar em frente ao hotel e isso acresceria à corrida pelo menos R$10. Imediatamente dirigi a palavra ao sem-vergonha: “O senhor passou reto por onde eu havia indicado. Vire à direita na próxima rua para cair na Mariano Torres e continue o trajeto conforme orientado”. O cara fez uma tromba enorme e seguiu o caminho certo a partir dali. Chegando ao hotel paguei a corrida e ele ainda me deu o troco errado. Fiquei puto da cara e comentei com a moça em alto e bom som para o lazarento ouvir: “Além de me dar troco errado ainda tem a cara-de-pau de fazer outro caminho pq acha que sou turista”. O pilantra teve coragem de sair resmungando.
Curti o fim de semana numa boa e, tão logo a moça foi embora, liguei na central da prefeitura pra reclamar. Não sei se surtiu qualquer efeito, mas no decorrer das duas semanas seguintes eles me ligaram umas cinco vezes pra confirmar a história (provavelmente pra ver se eu caía em contradição nos detalhes).
Quero acreditar que ele tenha levado uma comida de rabo pra aprender a fazer o trabalho dele direito. Enfim, pode ter sido uma exceção (ou não), mas o fato é que se vc não prestar atenção eles te enrolam mesmo.
Enquanto morei em Curitiba tive por alguns meses um “rolo” que morava no Mato Grosso do Sul. Devido a alguns fatores externos, digamos assim, ela não podia ficar hospedada em casa e, por isso, ficávamos num hotel na região central quando ela ia me visitar. Fui buscá-la na rodoviária numa dessas visitas e pegamos um táxi para nos levar ao hotel, que era bem próximo dali: na rua XV mesmo, em frente ao Teatro Guaíra. Não lembro o nome do hotel e, mesmo que lembrasse, não o citaria aqui. Hoje ele não existe mais e, como faz um tempão que não passo lá em frente, não tenho a menor idéia do que tenha virado. De repente virou um edifício abandonado onde os sem-teto adoram invadir e a prefeitura ou o dono adoram entrar com ações de reintegração de posse só pra colocar aquele monte de gente na rua. Enfim, o hotel é bem perto da rodoferroviária (nome bonito, não? :P ) e daria para ir a pé numa boa, exceto pelo detalhe da bagagem da moça (ia para passar 4 dias, mas parecia que ficaria um mês).
Pegamos um táxi, expliquei detalhadamente o percurso ao motorista e passei a dar atenção à dita cuja. O trajeto era simples: bastava sair da rodoviária pela Av. Pres. Afonso Camargo, fazer o retorno no Viaduto Capanema, voltar pela Afonso Camargo, entrar à direita na Mariano Torres e depois à esquerda na Rua XV, simples assim. Ele passou reto pela Mariano Torres na maior cara-de-pau e entrou na Conselheiro Laurindo. Por aquela rua também chegaria à Rua XV, mas na quadra seguinte ao hotel. Como a Rua XV é de mão única seria necessário dar a volta na Praça Santos Andrade para poder parar em frente ao hotel e isso acresceria à corrida pelo menos R$10. Imediatamente dirigi a palavra ao sem-vergonha: “O senhor passou reto por onde eu havia indicado. Vire à direita na próxima rua para cair na Mariano Torres e continue o trajeto conforme orientado”. O cara fez uma tromba enorme e seguiu o caminho certo a partir dali. Chegando ao hotel paguei a corrida e ele ainda me deu o troco errado. Fiquei puto da cara e comentei com a moça em alto e bom som para o lazarento ouvir: “Além de me dar troco errado ainda tem a cara-de-pau de fazer outro caminho pq acha que sou turista”. O pilantra teve coragem de sair resmungando.
Curti o fim de semana numa boa e, tão logo a moça foi embora, liguei na central da prefeitura pra reclamar. Não sei se surtiu qualquer efeito, mas no decorrer das duas semanas seguintes eles me ligaram umas cinco vezes pra confirmar a história (provavelmente pra ver se eu caía em contradição nos detalhes).
Quero acreditar que ele tenha levado uma comida de rabo pra aprender a fazer o trabalho dele direito. Enfim, pode ter sido uma exceção (ou não), mas o fato é que se vc não prestar atenção eles te enrolam mesmo.
domingo, 12 de junho de 2011
Devaneios 5
"Nunca digas que esqueceste um amor. Diga apenas que consegue falar nele sem chorar, pois o amor é... inesquecível." - Guimarães Rosa
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Mela Cueca
Este era pra ser um post sobre a saudade que sinto dos meus amigos curitibocas e da RMC. No entanto, o texto ficou de extrema baitolice e por isso o subtraí do produto final. Mas saibam, caros amigos, que vcs fazem muita falta.
sábado, 4 de junho de 2011
Azerutan
Era uma vez um Santos, que não era tão Dumont assim.Ele estava mais para Assis, o São Francisco.
Mas não era só isso.
Era o Pessoa também, Seu Fernando.
"Pedras no caminho? Guardo todas. Um dia farei um castelo".
Um castelo de caixotes empilhados, de onde impera sozinho]
[no topo, único.
Lá no alto do castelo, seu castelo, Azerutan tem uma vista]
[privilegiada da cidade por
sobre as cabeças dos paulistanos apressados que mal o]
[notam, imponente.
Um trocado no fundo da lata: esse é o som que o faz se mexer]
[e presentear o indivíduo parado à sua frente com informações]
[sobre seu personagem.
"Muito prazer, seu Dumont. Não sabia que vc voava".
"Eu voo, sim, criança. Esse é meu presente para vc: conhecimento".
É assim que ele contribui na disseminação da cultura, um bilhete]
[de cada vez.
Apesar da tranquilidade que sua arte o trás, nem tudo são flores.
O povo, recluso num mundo de visão estreita, não dá o devido valor.
Ele já foi derrubado, humilhado e xingado.
Mal sabem o ser extraordinário que se esconde por baixo das vestes,
professor de desenho, artista plástico, entusiasta,
que sonha em ir a Paris, berço de sua arte.
Oh, Paris. Je t´aime Paris. Cidade Luz, colorida na essência.
"Ser estátua é matar a cor, é matar a vida".
Ao contrário, Azerutan dá vida à estátua.
A mesma vida que a natureza lhe deu.
Azerutan significa natureza, ou seria ao contrário?
Basta apenas dizer Antônio Carlos.
[Foto por Karol Coelho]
quarta-feira, 1 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Deu Branco
Esse mês tá bem complicado pra escrever algo decente pq, com a mesma rapidez com que as ideias surgem, elas tbm me abandonam numa velocidade ímpar. Talvez seja por falta de tempo e/ou condições de escrever na hora que elas me vêm ou pela simples preguiça de desenvolve-las. Ou qdo tenho tempo e uma ideia na cabeça simplesmente me faltam argumentos pra continuar.
Acho que tô precisando de uma musa nova. =/
Acho que tô precisando de uma musa nova. =/
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