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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Herois da FEB

Já faz algum tempo que tenho intenção de homenagear os Pracinhas da Força Expedicionária Brasileira – FEB – pelos atos heróicos e de extrema bravura em terras italianas e não poderia faze-lo apenas através de palavras.
Por conta do aniversário de 67 anos da tomada de Monte Castelo no último dia 21 de fevereiro, resolvi postar esta série de reportagens (já postada anteriormente no Sala de Guerra, blog do colega Júlio Antunes) produzidas no ano passado pela RPC TV, afiliada paranaense da Rede Globo.








sábado, 2 de julho de 2011

Hibakusha


Não lembro exatamente quando começou, mas já faz muito tempo que me interesso pela Segunda Guerra Mundial, aspectos políticos, histórias pessoais, feitos heróicos de bravura e coragem e aparatos militares. As guerras de hoje não tem mais o brilho de antigamente. Cheguei ao ponto de pensar: “Putz, como eu gostaria de ter lutado lá”. Não no exército americano, melhor equipado, mas sim ao lado dos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e junto de figuras notáveis como o Sargento Max Wolff Filho.
Era isso o que eu pensava até conhecer pessoalmente o senhor Takashi Morita, 87 anos, um sobrevivente da bomba atômica de Hiroshima (em japonês, hibakusha). O senhor Morita contou em primeira mão a experiência de estar próximo ao hipocentro (local da detonação da bomba) de uma explosão desta magnitude. “Foi o inferno”, diz, “algo como um esbarrão do sol”. Ele estava a 1300m do hipocentro e foi arremessado a mais de 10m de distância. Muito ferido e ainda atordoado, o primeiro pensamento que lhe ocorreu foi ajudar aos outros. Sessenta e seis anos depois, o Sr. Morita viaja o mundo alertando as pessoas sobre os perigos da energia atômica, é militante ferrenho da paz e diz não guardar rancor dos americanos. “O sentimento de vingança só gera mais violência”, conclui.

Mais detalhes sobre o relato do sr. Morita podem ser lidos aqui e aqui.

Estando em Curitiba, visite o Museu do Expedicionário, situado à Praça do Expedicionário, esquina com a Rua Ubaldino do Amaral no bairro Alto da Glória.



[Foto de Jéssica Marques @jessicamlr ]

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Guerra!




É engraçado como alguns objetos simples e aparentemente sem importância, encostados no fundo de um armário, têm seu valor histórico.
É o caso desta marmita de aço esmaltado e desta colher de alumínio.
Ambas já viram um bocado de ação no front oriental ao levarem os alimentos do senhor Jacob (por questões familiares é melhor manter o sobrenome oculto), que serviu como armeiro nas forças alemãs durante a 2ª Guerra Mundial.
Os utensílios em questão ainda estão em uso e pertencem à nora do finado Sr. Jacob.