quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Frustração 3

A gente tenta, tenta, tenta, mas nunca está bom.
Simplesmente não atinge as expectativas.
Quem sabe se eu decorar o
que Barthes escreveu (e, até onde eu sei, sequer fotografava) ou se trouxer Bresson dos mortos para (tentar) me ensinar alguma coisa, talvez a coisa fumegue.
A Fotografia, antes uma paixão, está se transformando em Frustração.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Tomate

Uma pequena observação antes de começar o post propriamente dito: Acho uma merda qdo as gravadoras (aquelas capitalistas do inferno) colocam clipes no YouTube e os impedem de publicar o código de incorporação, daí não tem como colocar o lazarento do clipe aqui no blog. Diante disso, antes de continuarem, vejam esse vídeo.
Pronto, agora que o clipe já foi visto (não necessariamente por inteiro) é que começa o post em si.
Caro leitor, caso vc tenha pensado “WTF?” (What the Fuck? – Ou então no Português puro e simples: “Que porra é isso?”), ficado com cara de “Ué” e talvez indignado ou sem compreender nada sobre o real motivo desse troço estar aqui, meus parabéns. Foi justamente essa a intenção. Chocar, pura e simplesmente.

Lembrem-se: Nada está tão ruim que não possa piorar!
Eu poderia ter publicado algo do Restart ao invés do “to mate”.
Aí, sim, meus 2 únicos leitores não precisariam sequer ameaçar deixar de acompanhar as abobrinhas que escrevo pq, nesse caso, eu mesmo cortaria os pulsos com lâminas cegas (para doer mais e para, quem sabe, acabar morrendo de tétano antes que a sangria fizesse efeito).

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Yellow

Algumas experiências de infância nos marcam por toda a vida. É o caso de uma de minhas diversões preferidas daqueles tempos: assistir a japonesada que passava todas as manhãs na extinta TV Manchete.
Jaspion e Changeman eram clássicos. Outros nem tanto, mas não deixaram de cair nas graças da molecada. Inclusive nas minhas. Assistia a tudo e mais um pouco.
E, claro, Flashman era um deles! Eu babava nas pernas da Sara (Yellow Flash) e no sorriso cativante da Lu (Pink Flash).
Lá pelos idos de 1993, qdo estava na quinta série, uma das questões da prova de Geografia versava sobre o Sistema Solar e a profª queria saber quais eram os nove planetas. Como aluno aplicado que era (nem tanto), lembrei apenas de 8 deles. Faltava o nono. E pensa daqui, e pensa dali, e nada de lembrar o nome do treco.
Faltando 5 minutos para o término da prova, pensei: “Ah, que se foda! Vai Yellow mesmo”. Claro, não exatamente com essas palavras, afinal naquele tempo eu (ainda) não falava palavrões. A tal resposta entrou para a lista das minhas pérolas e lembro como se fosse ontem de minha mãe se rachando de rir qdo viu minha prova.
Até hoje ela me pergunta se estou em “Yellow” qdo começo a viajar na maionese.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Privacidade


Uns chapiscam a porcelana à direita.
Outros lavam a louça à esquerda.
Falta de privacidade é uma merda.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

All Shall Fall

Começando a semana com uma puta sonzera! \oo/

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Papo Nerd 2

Quem já foi pro bar com os amigos pelo menos uma vez na vida sabe que depois de um chopp não tem como não começar a bater ponto no banheiro e a quantidade de visitas é diretamente proporcional à quantidade de chopps ingeridos. Detalhe que a quantidade de idas ao “pipi-house” é inversamente proporcional ao tempo entre cada uma delas.
Traduzindo: conforme aumenta a quantidade de chopps que vc bebe, o tempo entre uma mijada e outra diminui na mesma proporção.
Não é a quantidade de chopp em si que nos faz urinar tanto, mas sim a ação do álcool no organismo.
Os rins filtram o sangue e, para isso acontecer, uma parte da água presente nele acaba passando junto com os excretas nitrogenados (no caso dos mamíferos, ou seja, nós, é a uréia) e deveria ir embora com eles. Como nosso corpo é inteligente e sabe que precisa preservar a água, boa parte dela é reabsorvida na alça de Henle e o restante, juntamente com os excretas, é que formará a urina (para os lentos de plantão, o mijo).
Há presente no sangue um hormônio chamado Antidiurético ou ADH, que é produzido no hipotálamo, e ele age nos rins para que saibam quanto de água devem reabsorver. O álcool inibe a ação do ADH e toda a água filtrada junto com os excretas acaba sendo eliminada. Daí a enorme quantidade de visitas ao toilette.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Le Jaune


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Eleições

Não vou argumentar pq não há necessidade.
Só digo uma coisa: se a Dilma (ela não parece com aqueles bolinhos DanTop?) ganhar logo no 1º turno vai dar merda. Pode crer que vai dar merda.
Ela já começou com a babaquice de querer podar os meios de comunicação, então qualquer semelhança com uma Venezuela é mera coincidência.
Já parou pra pensar? Não precisa, né? Dá pra pensar andando mesmo.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Vida

A cada novo olhar, a natureza me surpreende mais e mais.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Moda é uma Bosta

Não tenho como começar este post sem antes mencionar a maneira que costumo me vestir. Já estou na beira dos 30, mas não me considero com essa idade e ainda me visto de maneira parecida de quando tinha uns 20 ou 21 anos, ou seja, basicamente tênis, calça jeans e camiseta (preferencialmente de bandas, mas não é regra). Ah, sim, algo que mudou de forma considerável de minha adolescência pra cá é que me recuso a usar tênis rasgados fora de casa.
Apesar de falar bastante desse lugar (Shoppings em geral, não necessariamente o mesmo) não tenho o costume de frequenta-los tanto assim e quem me conhece sabe o real motivo desse “comparecimento”, digamos assim.
Estava saindo do Shopping outro dia e me deparei com um casal bem apessoado (mas nem tanto). A moça era linda, unhas feitas, cabelos arrumados e super bem vestida, daí olhei para o piá para ter uma noção do tipo que a guria curte. Ele tinha uma cara de nerd incorrigível, cabelos curtos desarrumados, espinhas no rosto, óculos fundo de garrafa, dentes tortos e usava uma camisa pólo horrível com faixas horizontais, de uns 3 ou 4 cm de espessura, alternando as cores branca e azul céu (azul bebê ou azul calcinha, se preferirem) calça bege de sarja e um mocassin surrado. Estilo? Ou seria ausência total dele?
Na hora eu pensei: das duas, uma. Ou o piá é podre de rico e a guria é uma interesseira ou ela realmente curte esse visual estranho. A partir de então comecei a refletir acerca dos meus trajes. Será que precisarei deixar meu estilo rock´n´roll despojado de lado e me fantasiar feito playboy (sim, eles andam todos iguais) pra arrumar uma namorada daquele naipe?
De repente a tal guria perdeu totalmente a graça. Se precisar mudar meu ser para chamar a atenção de alguém, esse “alguém” perdeu sua significância neste mundo, no meu mundo, por deixar-se levar por algo tão fútil quanto a moda.