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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Born to be King



Comemorando o 65º aniversário de Freddie Mercury.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Love of my Life

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Don´t Stop Me!


Semana lazarenta de corrida na facu e no trampo, o que comprometeu (e muito) minha criatividade e inspiração.

Vai um clipe pra não ficar tanto tempo sem postar nada.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Save me

sexta-feira, 19 de março de 2010

De novo?

domingo, 7 de março de 2010

Miracle

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Headlong

Uma musiquinha pra (tentar) animar...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Forever

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Innuendo

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Soltando a Franga

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

I Want It All

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

GaGa

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Pressão

Mais um clipe que me acompanhou durante a adolescência.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Mais do Mesmo

Ultimamente ando muito nostálgico nos assuntos musicais, então partilharei com vcs, no decorrer do mês, mais alguns clipes que fizeram parte da minha adolescência e que ainda me fazem pirar o cabeção (de alguma forma).
Começarei por este, que foi especialmente marcante há exato um ano atrás.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Um tipo de Mágica

Posso dizer com todas as letras que cresci como um alienado. Era “Xou da Xuxa” pra cá (com “x” mesmo) e Trapalhões pra lá, mas não cheguei ao extremo de assistir coisas bizarras como Mara Maravilha, Chapolim, Chaves e merdas do tipo (Em tempo, não estou dizendo que a programação de determinada emissora é melhor que as outras. Por um olhar mais crítico, são todas bizarras, sinistras e maquiavélicas). Livros? Que porra é isso?
Não desgrudava da tv.
Lá pelos meus 14 anos, cansado de assistir televisão e motivado por problemas pessoais (o começo do fim do casório dos meus pais) senti necessidade de estar num outro planeta, numa outra dimensão.
Alguns discos são capazes de mudar a vida das pessoas.
A minha começou a mudar depois que ouvi este, ainda em vinil, que pertencia ao meu pai. Digo que “pertencia” pq depois de ouvi-lo simplesmente tomei posse. Este disco (ou álbum, se preferirem) merece destaque pelo simples fato de me ter feito desligar a merda da tv e por ter sido a partir daí que comecei a ouvir e a apreciar (boa) música.
Graças à potente voz de um cara muito fodástico, sincronizada a uma banda mais do que coesa, comecei a viajar na “maionese”. E não parei mais.
Até daria, de bom grado, um dedo “mindinho” pela oportunidade de voltar no tempo para presenciar a apresentação deles no Rock In Rio de 1985.
Don´t worry. It´s a kind of magic!